Certamente compromissos diários encontraram nos dias uma forma, antes oculta, de dominar o tempo, talvez não tenha escolhido a melhor fonte mais quem sou eu pra julgar?! De fato o emplasto vêm revelando-se bom e eficiente, ou na pior das hipóteses, a memória resolveu dar as mãos ao esquecimento.
Digo pior no sentido de que esquecer não traduz de forma coerente o desejo intrínseco de passagem sem cicatrizes, sem marcas, com lembranças doces, memórias perfumadas do tempo que passou. Trás sim, no sentido real e lógico, a idéia de algo com demasiada insignificância, indiferença tatuada naquilo que consegue dois extremos tão distintos, sendo logo, injustiça gritante atribuir-lhe o esquecimento como característica.
Não sei exatamente até onde vai tudo isso, com certeza não muito longe. Conquanto as prioridades sabem o momento certo de revelar o seu canto e momentaneamente a voz tem mostrado um caminho seguro, repleto de êxitos que revelar-se-ão em um futuro não muito longe. Ao passo que a conclusão e certeza de que tudo valeu a pena, será mera conseqüência.

Nenhum comentário:
Postar um comentário