Poderia passar horas discorrendo a respeito de assuntos que vez ou outra dispensa qualquer comentário, porque simplesmente parece redundante, pleonástico. Não sei exatamente o valor das coisas nessa vida, não sei se de fato merecem atribuição numérica, uma vez que denotam maior sentido presencial, vivo, inerente, de forma por vezes camuflada, a todo ser humano.
A verdade emerge sobre os olhos dos que forçados foram a abri-los, porque simplesmente provaram, sentiram, evidenciaram, de forma não condizente ao que habitualmente ratificamos, fatos, episódios e acontecimentos suficientemente fortalecidos para tornar real a existência indescritível dos questionamentos humanos.
A doçura dessa jornada parece não muito duradoura, é periódica, todavia mostra-se eficaz se logo pensarmos beneficamente a respeito das perdas, falhas, dificuldades. Mostra-se seiva fortalecedora aos que optam por torná-la não breve, nem longa, porque não trata-se de tempo, refere-se contudo aos que escolhem na eternidade uma forma antes oculta de marcar a passagem por aquilo que erroneamente denominaram, rotularam, caracterizaram como breve.
A capacidade de eternizar o findável é característica da minoria, que elege marcas como a forma de tornar-se inesquecível, memorável, suficientemente disposto a transladar todo e qualquer desafio, toda e qualquer dificuldade.

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